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Campanha Promocional: qual sua vantagem e por que usá-la?

Entenda um pouco o que é e como funciona a campanha promocional, além de usá-la da melhor maneira para o seu negócio.

Você já deve ter ouvido esse termo antes: campanha promocional. Talvez tenha passado batido, não tenha prestado muita atenção, mas aí em um determinado momento, seu chefe fala que vocês irão iniciar uma campanha promocional para começar a vender um determinado produto. Aí você pensa “já ouvi esse termo antes, mas o que significa?”.

É um pouco sobre isso que iremos falar hoje.

Campanha promocional, como o nome já sugere, é uma campanha com foco promocional para aumentar as vendas de um determinado produto. Pode ser um produto novo, para o público tomar conhecimento, ou um produto que não tenha muita saída e você queira mudar isso.

Existem vários tipos de campanhas promocionais. No supermercado, por exemplo, você já deve ter visto aquela etiqueta “compre 1, leve 2”. Outro que podemos citar é a que envolve sorteios e prêmios, que também é muito vista, ainda mais em programas de TV. Você compra um determinado produto ou uma quantidade “X” e participa de um sorteio para concorrer a diversos prêmios.

Campanhas promocionais estão em nossa volta, mesmo que não percebamos isso. E uma coisa é certa: ela é uma das principais maneiras de se obter resultados positivos e aumento nas vendas.

Como desenvolver uma boa campanha?

Uma boa campanha depende muito de qual seu objetivo. Aumentar a circulação de um produto no mercado, lançar um produto novo, ampliar as vendas de um determinado segmento de produtos que trabalha. As possibilidades são enormes e você só tem a ganhar.

A principal vantagem desse tipo de ação é exatamente o resultado rápido de retorno nas vendas. Além de aumentar a visibilidade de sua marca e produto para o consumidor final. É algo que agrada a todos: você e seu público alvo.

Para desenvolver uma boa campanha, comece tendo em mente o que citamos no começo deste tópico: seu objetivo. A partir disso, basta criar ações com distribuidores ou direto nos pontos de vendas. Pesquise seu concorrente, saiba o que ele está fazendo, pois isso também pode lhe ajudar a bolar estratégias que te beneficiem. Tenha em mente que seu consumidor final é o responsável pela compra, então ele tem que enxergar que tem alguma vantagem ao adquirir o produto.

Acertando esses pontos, basta começar com as ações. Acompanhando de perto os resultados e, se for preciso, mude. Não há problema nenhum em fazer algo diferente do seu plano inicial, desde que não prejudique ninguém e esteja tudo dentro de sua proposta. Mudar pode ser bom e pode lhe trazer mais resultado quando se é feito com cautela e com um bom embasamento.

Isso realmente me trará algo positivo?

Você pode até achar que isso é um gasto a mais, mas não é. É preciso pensar nesse tipo de campanha como um investimento. Pode acreditar, o retorno é muito maior do que qualquer dinheiro e tempo que você dedique a essas ações.

Se o processo for feito com cuidado, analisando todos os pontos que devem ser considerados para o resultado final, não há como dar errado. Você verá que os números de vendas mostrarão que tudo valeu a pena.

Mais do que isso, poderá chegar a um determinado momento pensando “por que eu não fiz isso antes?”.

Campanha promocional é a certeza mais rápida de aumento de vendas e, se precisar, pode contar com a CADA para isso.

Fake News x Portais Pagos

Fake News x Portais Pagos

Fake news: como é possível combater essa onda de notícias falsas que invadem as redes sociais?!

Se você é uma pessoa que está com certa frequência nas redes sociais, provavelmente já ouviu falar do termo fake news. Como o próprio nome em traduzir diz, o termo trata de “notícias falsas”. Aquela notícia que você recebe que, quando vai ver, não condiz com a realidade.

As redes sociais são consideradas umas das maiores repercussoras das fake news. Com a possibilidade de compartilhamento, elas podem se tornar virais, às vezes até mais que as notícias verdadeiras.

Mas, por que isso acontece? Geralmente, essas notícias são feitas com o intuito de causar algum tipo de identificação, revolta, comoção de um modo geral – seja positiva ou negativa. Esse tipo de reação faz com que haja mais intensidade no compartilhamento. Em resumo, elas são feitas para viralizar.

Outro grande problema encontrado com as fake news é o fato de que muitas pessoas acabam compartilhando essas notícias sem ao menos checar a veracidade das informações. Com isso, temos uma bola de neve, pois mais pessoas recebem a notícia de seus amigos e, como ela é feita para ser viralizada, também a compartilham como uma verdade.

Há uma forma de combate a essas notícias?

Sempre há. O Facebook já tem adotado algumas medidas para reduzir o alcance dessas notícias. O WhatsApp, que também pertence ao grupo do Facebook, anunciou uma nova ferramenta para avisar quando mensagens forem encaminhadas em excesso dentro do app.

Além disso, existem vários portais na internet dedicados a desmentir essas notícias. Uma simples busca no Google já resolve esse problema. Basta digitar algumas palavras chaves e você é direcionado a um link que confirma ou desmente algo que seja divulgado.

É preciso tomar cuidado com o que se divulga pela internet, pois muitas coisas podem tomar proporções gigantescas – mesmo você achando que não. Quem nunca recebeu uma mensagem com a frase “não sei se é verdade, mas resolvi compartilhar”? Ou quem nunca já fez isso? Eu mesma já. Hoje tomo cuidado com cada mensagem recebida pelas redes sociais, em especial aquelas que não contêm o link de origem da matéria.

Em meio a tantos fakes, as news mudam sua postura

Já tem algum tempo que alguns dos grandes portais de notícias (Folha e UOL, por exemplo) começaram a cobrar pelo acesso. Eles te limitam a uma quantidade de matérias que você pode ler durante o mês, se você ultrapassa, terá que pagar para ter acesso.

Essa é uma das formas que os portais arrumaram de, além de conseguir uma renda, combater as notícias falsas que circulam com tanto fervor internet a fora. Acredito, inclusive, que essa seja a tendência daqui pra frente. Voltaremos à época em que só tinha acesso às notícias quem assinava os jornais para receber em sua casa ou acompanhava os telejornais. Agora, para acessar um portal, você precisará pagar, assim, poderá ter mais garantia e confiança no conteúdo apresentado.

Será essa a solução para o problema?

Se isso será o ponto essencial para solucionar o problema, o tempo dirá. Até porque, se hoje, que temos toda informação livre e gratuita (em sua grande maioria), ainda temos grandes problemas com as fake news, como será quando os portais forem pagos?

Até onde este pagamento garantirá a informação verdadeira ou será o principal motivo para aumentar mais ainda as dimensões das falsas?

O jeito é esperar que, mesmo que aos poucos, as pessoas tomem consciência do problema, entendam que divulgar notícias falsas também é crime e que há muito que se perder com esse tipo de informação, se é que podemos chamá-las assim.

Mulheres no Marketing

Mulheres no Marketing: como está o mercado do marketing e da comunicação para elas?

Feminismo. Igualdade. Mulher. Esses assuntos têm estado em muita evidência, principalmente nos últimos tempos. Agora, o que isso realmente significa quando falamos de mulheres no marketing e em todo mercado da comunicação?!

Uma pesquisa feita pelo Meio & Mensagem em 2016, mostra que as mulheres representam apenas 20% no setor criativo das principais agências de publicidade do país. Por mais que a pesquisa tenha mais de 1 ano, isso nos mostra que ainda há muito o que se fazer para melhorar esse número.

Não é incomum ver relatos de mulheres que sofrem algum tipo de preconceito em sua profissão. E isso é um fator que pode ser considerado importante quando falamos de igualdade no trabalho. Em todos os segmentos, há muitos casos de mulheres que não são levadas à sério por seus superiores. Hoje estamos caminhando para uma melhora neste pensamento. Aos poucos, as mulheres estão ganhando novos cargos de liderança e maior confiança nas empresas.

Como fica a mulher no mercado da publicidade

O mundo da Publicidade é majoritariamente dominado por homens. Basta ver os grandes prêmios que são concebidos aos profissionais do mercado. E vale lembrar dos números citados acima.

Porém, da mesma forma que em outros segmentos, a mulher começa a conseguir seu espaço. Quando falamos de Marketing Digital, que é uma área ascendente, é possível ver muita mulher influente. Ainda não é nem perto do que temos no mercado como um todo, mas é um começo. E o melhor: há uma visibilidade e referência nessas mulheres e em seu trabalho.

Se formos considerar que a mulher só teve direito ao voto há menos de 100 anos, cada passo e cada conquista ganha um ponto positivo. Cada nova mulher que assume um cargo de liderança em uma agência ou grande empresa, é algo a se comemorar.

No Dia Internacional da Mulher, mais do que mostrar um pouco de como está o mercado da comunicação e marketing para elas, queremos mostrar a importância deste dia. Ainda há muito que conquistar, só estamos começando, mas é extremamente essencial ter este começo.

Marketing de Conteúdo x Inbound Marketing

Você já ouviu falar de Marketing de Conteúdo? E Inbound Marekting? Sabia que eles têm muitas semelhanças entre si, apesar de não serem a mesma coisa?

Marketing de Conteúdo, Inbound Marketing… Esses nomes parecem estranhos para você? Já ouviu falar, mas não tem ideia do que se trata? Não se preocupe, o nome pode ser complicado, mas o conceito não é tão difícil assim.

Na verdade, o Marketing de Conteúdo é uma das estratégias que podem ser adotadas para realizar o Inbound marketing.

Ambos estão conectados, mas o marketing de conteúdo está dentro do inbound. Ou seja: não se faz uma estratégia de inbound sem o marketing de conteúdo e, quando se faz o marketing de conteúdo, consequentemente, você está aplicando, de certa forma, o inbound.

Ok, mas e o que é Inbound Marketing e Marketing de Conteúdo?

Difícil de compreender? Calma que a gente explica!

De uma forma simples e bem resumida, podemos falar que o inbound marketing é uma soma de estratégias que fazem com que seu cliente chegue até você, em vez de você ir até ele. É também conhecido como marketing de atração. É preciso gerar um conteúdo atrativo para que seus clientes acabem chegando ao seu blog/site e veja quais tipos de serviços você faz. Para fazer o inbound marketing, você precisa alinhar estratégias de SEO (Search Engine Optimization – calma, falaremos disso em breve!), marketing de conteúdo (olha ele aí!), mídias digitais, Adwords, etc. Além, claro, de criar conteúdo relevante e interessante para que seu público alvo chegue até você.

O Marketing de Conteúdo nada mais é do que esse conteúdo atrativo que você gera. A grande estratégia aqui é trabalhar com conteúdos que sejam de interesse de seu público alvo, para que ele te encontre por meio de ferramentas de busca. Desta forma, você apresenta para seus possíveis clientes, soluções para determinados tipos de problemas, conhecimento dentro de sua área, passando mais confiabilidade e aumentando a possibilidade de se formar uma parceria num futuro próximo.

Por isso dissemos ali em cima que eles estão conectados. Afinal, para atrair seu público, você precisa de um bom conteúdo.

Agora, gostou do assunto e quer se aprofundar um pouco mais sobre o Inbound Marketing?! Clica nesse link aqui que você vai pra um artigo bem completo sobre o assunto!

Se quiser começar a fazer uma estratégia de inbound para sua empresa, a CADA pode ajudar! Fale conosco!

Como fazer uma ação de Trade Marketing eficaz?

Como fazer uma ação de trade marketing eficiente?

Você sabe o que significa trade marketing e como ele pode ajudar seu negócio?

Trade Marketing é uma estratégica adotada dentro do planejamento de Marketing que, de certa forma, aproxima indústria e distribuidor. O foco maior desse tipo de ação é estreitar laços com os seus revendedores para que o resultado chegue ao consumidor final e, claro, gere lucro para ambos os lados.

Junto com o promotor técnico, essencial nesse tipo de ação, o produto é apresentado ao distribuidor. O trade marketing desenvolve inúmeras ações dentro da praça que o produto é vendido, determinando as melhores formas de divulgação, como por exemplo, ações de abordagem dentro da loja, apresentação do produto na prateleira, sinalização com materiais promocionais e elaboração de campanhas promocionais. É um importante elo entre o departamento de marketing e vendas, onde as estratégias são desenvolvidas visando o aumento efetivo nas vendas, dentro do ponto de venda e rede de distribuição.

O responsável pelo trade marketing de seu negócio avalia a concorrência e define o melhor preço a ser adotado para um produto e a estratégia de divulgação no mercado, seguindo a linha qualidade/concorrência/benefícios/divulgação.

Mas, afinal, como isso pode ajudar meu negócio?!

Já ouviu falar daquela história que a empresa precisa ser vista para ser lembrada?! O trade marketing leva seu negócio até o consumidor final utilizando-se de várias ações para que o cliente veja o produto e decida-se por ele. O principal objetivo das ações de trade marketing é criar e fomentar o interesse de compra.

Se aproximando de seu consumidor final, ele será mais procurado e o aumento das vendas vem como consequência. Você trabalhará diretamente na principal fonte de consumo de seu produto. É um retorno praticamente certo.

Dessa forma, o seu produto passa a ser mais lembrado, sua marca ganha reconhecimento do mercado e seu negócio só tende a crescer.

Certo, agora, como fazer uma ação de trade marketing eficaz?

Agora que já conceituamos alguns pontos, vamos ao fato principal deste artigo: afinal, como é possível fazer uma ação de trade marketing eficaz, que me traga os resultados que preciso?

Se o trade marketing é aproximar seu produto do consumidor final, a estratégia inicial é fazer essa aproximação acontecer. Isso pode ser feito de várias formas, mas a mais usada é através de promotores, que apresentam o produto para o seu principal consumidor.

O ideal é começar com promotores em pontos estratégicos, locais onde seu público alvo é mais encontrado. Por exemplo, se você é um produtor local, o ideal é buscar mercados de sua região para apresentar seu produto ao seus vendedores. Um exemplo de um tipo de trade marketing que podemos citar, neste caso, é o feirante. A diferença é que ele não faz nenhum tipo de intermediação de venda do produto, afinal, ele já vende para consumidor final.

Parcerias, apresentações, visitas aos seus distribuidores são algumas outras formas de estratégicas aplicadas ao trade marketing que você pode utilizar com o passar do tempo.

O que você deve manter sempre em mente: o propósito principal do trade marketing é atingir o consumidor final, fazer com que ele conheça seu produto e o tenha sempre em mente quando for comprá-lo.

Dessa forma, há ganhos para todos os lados, pois o consumidor sai satisfeito pelo produto adquirido e seu distribuidor e você aumentam as vendas, como consequência.

Inteligência Artificial: até onde ela pode ir?!

Inteligência Artificial: até onde ela pode ir?

O uso da tecnologia tem nos ajudado muito nos últimos anos, mas, até onde será que ela é capaz de chegar?

A inteligência artificial já é uma realidade que está mais do que batendo em nossa parte, ela já entrou e se acomodou no sofá. Os ChatBots já são utilizado por diversas empresas e estão sendo aperfeiçoados a cada dia que passa.

Diante desse boom dessa tecnologia e de seu aperfeiçoamento diário, fica a pergunta: até onde ela pode ir?

Essa semana a Microsoft anunciou que está desenvolvendo um robô que desenha o que você descreve para ele. De acordo com a informação apresentada, essa tecnologia deverá ser bem útil para pintores e designers de interiores. E, por que não mencionar designer gráfico? Ter alguém que reproduza um desenho que você pensou pode facilitar muito a vida desse pessoal que trabalha com esse tipo de serviço.

Robôs poderão substituir as pessoas?

Isso é uma pergunta que deve ser muito recorrente, ainda mais quando vemos esse tipo de notícia.

Não sabemos até onde pode ir o poder da inteligência artificial (será que um dia ficaremos à mercê das máquinas como diziam os filmes?). A verdade é que ela tem muito pontos positivos que ajudam as pessoas a melhor desenvolver seu trabalho. Até o momento, muito do que ainda vemos nessa tecnologia, envolve ou necessita das mãos humanas para que o processo seja concluído.

É fato que máquinas já substituíram funções antes feitas por humanos, em especial nas fábricas de produção em grande escala. Então essa preocupação faz sentido.

Porém, é importante lembrar que quem alimenta os chatbots são as pessoas. Sem uma base de dados de perguntas e respostas, eles simplesmente não funcionam. No caso citado acima, da Microsoft, quem faz o desenho é a pessoa, ela precisa descrevê-lo para o que computador entenda e reproduza.

Até onde ela poderá chegar?

A inteligência artificial ainda é um terreno que parece ser muito pouco explorado. Com o avanço da tecnologia, a tendência é que ela seja cada vez mais utilizada em nosso dia-a-dia (vide comandos de voz, como a SIRI da Apple).

Acho que o destino final de seu caminho está bem longe de onde estamos hoje. Na verdade, a pergunta que fica é se há um limite para o que ela é capaz de fazer.

A gente só espera não ter que enfrentar uma luta contra as máquinas em um futuro (seja ele próximo ou distante).

Moedas Digitais: futuro do mercado financeiro?

Moedas Digitais bitcoins

Fonte: https://www.thesun.co.uk/money/3000715/bitcoin-price-value-pounds-dollars-cryptocurrency/

Você que está sempre conectado, já deve ter ouvido falar, especialmente nos últimos dias, sobre moedas digitais ou criptomoedas. Ou, citando duas das mais conhecidas, bitcoins e ethereum.

Ultimamente, esse assunto tem tomado conta dos noticiários, ainda mais os focados em tecnologia, devido ao superfaturamento de valores dos bitcoins, que chegaram a atingir mais de 10 mil reais cada um.

O mundo tem se dividido muito entre as pessoas que acreditam que o bitcoin, e seus equivalentes, é o futuro quando falamos de moeda e outras pensam que é uma furada, por se tratar de uma bolha financeira. Para quem não sabe, bolha financeira é quando temos muita oferta para pouca procura de um determinado produto. Como ocorreu com os Estados Unidos na época da crise do mercado imobiliário: muitas pessoas compraram casas, visando o lucro quando fossem vender, mas não conseguiram vender devido ao alto preço e baixa procura.

A verdade é que é uma realidade que dificilmente deixará de existir. Pode até ser que não valha tanto como hoje, mas ainda é algo que já está acontecendo e deve permanecer por muito tempo ainda.
Isso porque estamos mencionando apenas uma das já inúmeras moedas digitais que vêm surgindo por aí, o que significa que a tendência pode, sim, ser essa para um futuro talvez não muito distante.

Mas, afinal, o que são as moedas digitais?

As moedas digitais ou criptomoedas nada mais são que, em resumo, um dinheiro criado virtualmente. Você abre uma carteira virtual (que funciona como uma conta bancária), onde “deposita” as moedas que adquirir.

Elas surgiram para serem usadas para jogos online e acabou atingindo outros públicos e ganhando tais proporções e visibilidade.

Você pode comprar essas moedas com dinheiro físico (moedas convencionais que já conhecemos), receber uma transferência de uma carteira de moedas já existentes para a sua ou até pode participar das chamadas minerações, que são as validações das transações feitas, cuja recompensa é revertida em um valor da moeda para a sua carteira virtual.

Há quem diga que moedas virtuais são algo muito especulativo, já que não há uma fonte real de dinheiro em que ela surge. No Brasil, por exemplo, temos a Casa da Moeda que imprimi o dinheiro que deve circular pelo mercado, baseado em vários fatores a quantidade de cédulas aumenta ou não. No caso das moedas digitais, não há uma instituição que as imprimi, ela nem mesmo é real, não se pode pegar um bitcoin, pois ela só existe virtualmente. O que acontece é que ela é criada dentro do mundo virtual, mas acaba gerando um valor monetário para quem a adquiri. Podendo, assim, ser convertida na moeda local a qual a pessoa que possui está acostumada.

Será o futuro do mercado?

A pergunta que não quer calar: estamos vendo a ascensão do futuro do mercado financeiro?! Será que nossos netos só trabalharão com tais moedas digitais, deixando de lado qualquer tipo de cartão de crédito ou dinheiro?

Essa é uma pergunta que atiça e muito a todos no momento. Até onde as moedas digitais farão parte do nosso cotidiano e começarão a entrar como a principal forma de pagamento até no boteco da esquina?! Até onde as pessoas estão preparadas para lidar com esse tipo de dinheiro?

E você, acredita que este seja o futuro do mercado financeiro? Conte pra gente nos comentários.

Youtube Offline? Novidade começa a ser testada no Brasil

 

Fazer streaming de vídeos no celular nem sempre é conveniente, ou mesmo possível. Às vezes você não tem conexão, e quando tem, isso gasta sua franquia de dados. Por isso, é importante oferecer a opção de baixá-los para assistir offline. A Netflix sabe disso, por exemplo — e o YouTube também.

Um botão “Salvar” está aparecendo no app do YouTube para alguns usuários no Brasil. Ao tocar nele, é possível fazer download em qualidade baixa (144p), média (360p) ou alta (720p). Você também fica sabendo quantos megabytes isso vai ocupar no seu smartphone ou tablet.

Então, basta acessar o vídeo na Biblioteca (na parte inferior da interface). Ele fica disponível para uso offline por até 48 horas. Os anúncios, se houver, são reproduzidos normalmente.

O leitor Wanderson de Souza, que obteve o recurso, diz ao Tecnoblog que baixou um vídeo e colocou o aparelho em modo avião para testar — a reprodução ocorreu sem problemas. Ele está na versão 12.45.56 do app para Android; eu também estou, mas o botão “Salvar” não aparece para mim.

Em comunicado, o Google diz: “estamos testando o YouTube Go no Brasil com uma amostra limitada. Ainda não há previsão de lançamento”.

Em 2014, o app do YouTube ganhou um modo offline, mas só na Índia. Em 2016, o Google resolveu criar um novo aplicativo do zero, chamado YouTube Go, também para os indianos: ele avisa quantos megabytes serão consumidos ao baixar, ou apenas assistir, cada vídeo; e permite compartilhá-los com usuários nas proximidades sem gastar internet.

Este ano, o YouTube Go entrou em beta público na Play Store, somente para usuários na Índia. Mas ele deve chegar a mais países em breve, pois faz parte do Android Go, versão do sistema operacional para smartphones básicos.

Outros serviços de streaming já permitem baixar vídeos para assistir offline, incluindo Netflix e Amazon Prime Video.

Caso William Wack – O que podemos aprender com isso?

Caso William Wack o que podemos aprender com isso

Imagem: https://economia.uol.com.br/blogs-e-colunas/coluna/reinaldo-polito/2017/11/10/william-waack-suspeita-racismo-conversa-gravacao.htm

 

Caso William Wack: até onde vai o poder de pulverização das redes sociais?

Se você é uma pessoa conectada às redes sociais, provavelmente ouvir falar sobre o caso Wiliam Waack. Envolvido em uma polêmica de cunho racista, o jornalista teve seu nome muito divulgado e falado nos últimos dias. Polêmicas a parte, o que viemos tratar aqui hoje é mais sobre a repercussão do caso em si.

Após seu comentário repercutir e viralizar nas redes, Waack foi afastado de seu cargo como âncora do Jornal da Globo. Além de trazer para si um afastamento, ele também acabou criando uma campanha positiva, indo de encontro ao seu comentário.

Entenda um pouco do caso

Para quem não acompanhou ou não sabe o que aconteceu, nós explicamos. O fato ocorreu quando Waack cobria as eleições dos Estados Unidos, cerca de um ano atrás. Uma gravação, feita antes do programa em que ele estava ir ao ar, mostra o jornalista falando que o barulho causado por pessoas do lado de fora seria “coisa de preto”.

O vídeo foi viralizado, repercutindo negativamente para o jornalista que, por isso, teve seu afastamento anunciado.

Mas e o que temos com isso?

Tudo! Boa parte da “culpa” dessa repercussão toda, foi pelo tanto que o vídeo e comentários a respeito viralizaram na web. Muitos pedindo a demissão do jornalista, o que acabou no resultado de seu afastamento.

Além disso, várias pessoas se manifestaram na Web criando uma hashtag positiva para divulgar o que é, de fato, “coisa de preto”.

Com isso, temos uma ideia de como as redes podem pulverizar uma notícia e, ao mesmo tempo, conseguir trazer algo positivo. Se a união faz a força, qual seria o tamanho da força de uma rede que liga não só uma cidade ou bairro, mas, sim, vários países e municípios de todo o mundo?

Nomes como Nelson Mandela, Michael Jackson, Machado de Assis, Elza Soares, Viola Davis, entre tantos outros nomes conhecidos, foram citados nessa homenagem que invadiu o Twitter na tarde de quinta-feira (9). A hashtag, inclusive, ficou entre os assuntos mais comentados (Trends Topics) da rede social do Brasil e do mundo.

Ou seja: é preciso ter cuidado!

Hoje em dia, as redes estão cada vez mais presentes no nosso dia-a-dia. É preciso ter muito cuidado com o que se fala, ainda mais quando se é uma figura pública ou empresa.

Afinal, às vezes, uma coisa que poderia ser facilmente evitada pode te prejudicar por toda uma vida.

Pense nisso!

 

Texto por: Tânia Saad | Equipe CADA Comunicação
Contato: tania.saad@cadacomunicacao.com.br

Live Dupla no Instagram: novas possibilidades!

Entenda como funciona a live dupla no instagram e como aplicá-la na sua empresa.

Foto: Instagram

Saiba como sua empresa pode se aproveitar desta live dupla e como ela funciona

O Instagram lançou essa semana um novo recurso: a live dupla. Com ela, é possível iniciar uma transmissão ao vivo e convidar um amigo ou seguidor de seu perfil para participar. Ao enviar o convite para a outra pessoa, quando ela aceita, a tela se divide em duas e a transmissão ocorre simultaneamente.

Isso vale tanto para perfil pessoal quanto para o empresarial, mas é este segundo que nos interessa aqui.

Esta opção pode ser bem divertida para as pessoas que gostariam de conversar sobre vários assuntos com seus amigos e ver opiniões e interações de outros usuários. Agora, quando falamos de empresa, quais os benefícios deste recurso? E como e onde podemos aplicá-lo?

Veja algumas opções que uma empresa poderia aproveitar desta nova ferramenta

Já pensou um evento de grande porte, onde há o lançamento de um novo produto? Com essa live dupla, você poderá utilizar da transmissão ao vivo em lugares diferentes do mesmo evento. Ou, ainda, conseguirá interagir com alguns usuários ou digital influencers sobre este lançamento, obtendo opiniões em tempo real.

Além disso, é possível fazer lives para interagir o seu público interno com o externo, como sessão de perguntas e respostas entre departamentos ou filiais.

Algumas startups já fazem vídeos apresentando seus colaboradores para o público externo, mas sem essa interação. Neles, ela conta um pouco do que ele faz e, quem sabe, até algumas curiosidades, como hobby, gostos pessoais, entre outros.

Pode ser uma oportunidade para a relação empresa x cliente se estreitar cada vez mais. Não esquecendo, claro, dos benefícios que isso pode trazer para organização, ao conhecer melhor seu público e poder refletir isso em seus produtos e serviços.

E é bem importante ter isso em mente: de nada adianta fazer ações para aproximar seu público, mas não colocar as descobertas que essas ações trouxeram em prática.

Outra forma de poder utilizar essa live dupla é convidar parceiros para esclarecer algum tipo de curiosidade. Ou pegar um responsável por uma determinada área para tirar dúvidas mais comuns que forem identificadas em algum tipo de ação ou pesquisa.

Cuidado: é preciso ter cautela!

Essa opção abre um leque de opções, mas é preciso cautela ao utilizar e, mais importante, é preciso conhecer seu público e ver se ele se interessa por esse ou aquela tipo de ação. Afinal, uma transmissão ao vivo sem expectadores ou com expectadores desinteressados, pode ser um tiro no próprio pé ou não ter o resultado desejado.

Nunca se esqueça que conhecer seu cliente é fundamental para todo e qualquer tipo de ação que se realiza em sua empresa. Seja ela de grande, médio ou pequeno porte.

Com isso em mente, basta deixar a imaginação fluir e aproveitar o que as redes têm a oferecer.


Para ler a matéria completa (em inglês) sobre a novidade, clique aqui

 

Texto por: Tânia Saad | Equipe CADA Comunicação
Contato: tania.saad@cadacomunicacao.com.br

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