Copa do Mundo: marketing que vem junto!

Copa do Mundo: marketing que vem junto!

Copa do Mundo é quase sinônimo de marketing e propaganda! Que tal falarmos um pouco sobre isso?

A Copa do Mundo está aí. Como é possível ver a cada momento em que se liga a televisão ou acessa as redes sociais. E, com ela, chegam as chuvas de propagandas que acompanham essa que é a maior competição de futebol do planeta.

Sempre que temos uma Copa, uma das poucas certezas que temos além de grandes jogos, é que muitos patrocinadores aparecerão em nossas telas a todo o momento. O marketing durante a copa do mundo movimenta milhões de reais, em vários países. Prova disso é a China, que gastará a maior quantia com publicidade, sendo que o país se quer foi classificado para o mundial.

E tudo isso por quê?! Simples: há um interesse muito grande em telespectadores para assistir a um dos maiores eventos esportivos do mundo. A Copa do Mundo, este ano sendo sediada pela Rússia, movimenta várias marcas, dinheiro e audiência em todo mundo.

O mercado da Copa, assim como o próprio mercado da bola, movimenta uma bolada (com o perdão do trocadilho). Não dá pra ficarmos alheios a esse fato e nem repararmos em cada intervalo e até mesmo durante os jogos, as marcas que ali aparecem como patrocinadores oficiais do evento.

Recursos não faltam para essas propagandas

Jingles, comerciais emotivos, jogadores famosos, pessoas comuns vibrando. São apenas alguns dos recursos que vemos constantemente em propagandas envolvendo a Copa do Mundo. Você, provavelmente, já se pegou cantando alguma música que toca em um comercial de patrocinador oficial seja ele do evento em si ou da Seleção Brasileira.

E a ideia é mesmo essa: fazer aparecer a marca e fixar de alguma forma aquela mensagem ou produto na cabeça do consumidor.

Grandes marcas, até já consolidadas, mantém seu foco em fazer propagandas do tipo que marcam, chamam atenção e ficam na mente do consumidor. Por mais que uma marca já seja conhecida do grande público, nunca é demais marcar presença, ainda mais em eventos deste porte.

Por isso, muitas das marcas que aparecem nos intervalos dos jogos ou até mesmo durante eles, são as mesmas que apareceram na Copa passada. E, provavelmente, serão as que aparecerão na Copa de 2022.

Um ciclo que não fecha

O ciclo do marketing na Copa do Mundo afeta um mercado e público gigantescos, por isso há tanto interesse nas marcas em aproveitar esta oportunidade.

Todo investimento que é feito pelas marcas, é retornado, de alguma forma. Por isso, é um ciclo que não se perde, só se ganha. E é um dos principais motivos que as empresas visam tanto esses 30 segundos de intervalo, além das grandes produções que vemos nesse curto período.

A Copa do Mundo é uma paixão para brasileiros, mas, também  é uma grande alegria para as marcas.

Fake News x Portais Pagos

Fake News x Portais Pagos

Fake news: como é possível combater essa onda de notícias falsas que invadem as redes sociais?!

Se você é uma pessoa que está com certa frequência nas redes sociais, provavelmente já ouviu falar do termo fake news. Como o próprio nome em traduzir diz, o termo trata de “notícias falsas”. Aquela notícia que você recebe que, quando vai ver, não condiz com a realidade.

As redes sociais são consideradas umas das maiores repercussoras das fake news. Com a possibilidade de compartilhamento, elas podem se tornar virais, às vezes até mais que as notícias verdadeiras.

Mas, por que isso acontece? Geralmente, essas notícias são feitas com o intuito de causar algum tipo de identificação, revolta, comoção de um modo geral – seja positiva ou negativa. Esse tipo de reação faz com que haja mais intensidade no compartilhamento. Em resumo, elas são feitas para viralizar.

Outro grande problema encontrado com as fake news é o fato de que muitas pessoas acabam compartilhando essas notícias sem ao menos checar a veracidade das informações. Com isso, temos uma bola de neve, pois mais pessoas recebem a notícia de seus amigos e, como ela é feita para ser viralizada, também a compartilham como uma verdade.

Há uma forma de combate a essas notícias?

Sempre há. O Facebook já tem adotado algumas medidas para reduzir o alcance dessas notícias. O WhatsApp, que também pertence ao grupo do Facebook, anunciou uma nova ferramenta para avisar quando mensagens forem encaminhadas em excesso dentro do app.

Além disso, existem vários portais na internet dedicados a desmentir essas notícias. Uma simples busca no Google já resolve esse problema. Basta digitar algumas palavras chaves e você é direcionado a um link que confirma ou desmente algo que seja divulgado.

É preciso tomar cuidado com o que se divulga pela internet, pois muitas coisas podem tomar proporções gigantescas – mesmo você achando que não. Quem nunca recebeu uma mensagem com a frase “não sei se é verdade, mas resolvi compartilhar”? Ou quem nunca já fez isso? Eu mesma já. Hoje tomo cuidado com cada mensagem recebida pelas redes sociais, em especial aquelas que não contêm o link de origem da matéria.

Em meio a tantos fakes, as news mudam sua postura

Já tem algum tempo que alguns dos grandes portais de notícias (Folha e UOL, por exemplo) começaram a cobrar pelo acesso. Eles te limitam a uma quantidade de matérias que você pode ler durante o mês, se você ultrapassa, terá que pagar para ter acesso.

Essa é uma das formas que os portais arrumaram de, além de conseguir uma renda, combater as notícias falsas que circulam com tanto fervor internet a fora. Acredito, inclusive, que essa seja a tendência daqui pra frente. Voltaremos à época em que só tinha acesso às notícias quem assinava os jornais para receber em sua casa ou acompanhava os telejornais. Agora, para acessar um portal, você precisará pagar, assim, poderá ter mais garantia e confiança no conteúdo apresentado.

Será essa a solução para o problema?

Se isso será o ponto essencial para solucionar o problema, o tempo dirá. Até porque, se hoje, que temos toda informação livre e gratuita (em sua grande maioria), ainda temos grandes problemas com as fake news, como será quando os portais forem pagos?

Até onde este pagamento garantirá a informação verdadeira ou será o principal motivo para aumentar mais ainda as dimensões das falsas?

O jeito é esperar que, mesmo que aos poucos, as pessoas tomem consciência do problema, entendam que divulgar notícias falsas também é crime e que há muito que se perder com esse tipo de informação, se é que podemos chamá-las assim.

Inteligência Artificial: até onde ela pode ir?!

Inteligência Artificial: até onde ela pode ir?

O uso da tecnologia tem nos ajudado muito nos últimos anos, mas, até onde será que ela é capaz de chegar?

A inteligência artificial já é uma realidade que está mais do que batendo em nossa parte, ela já entrou e se acomodou no sofá. Os ChatBots já são utilizado por diversas empresas e estão sendo aperfeiçoados a cada dia que passa.

Diante desse boom dessa tecnologia e de seu aperfeiçoamento diário, fica a pergunta: até onde ela pode ir?

Essa semana a Microsoft anunciou que está desenvolvendo um robô que desenha o que você descreve para ele. De acordo com a informação apresentada, essa tecnologia deverá ser bem útil para pintores e designers de interiores. E, por que não mencionar designer gráfico? Ter alguém que reproduza um desenho que você pensou pode facilitar muito a vida desse pessoal que trabalha com esse tipo de serviço.

Robôs poderão substituir as pessoas?

Isso é uma pergunta que deve ser muito recorrente, ainda mais quando vemos esse tipo de notícia.

Não sabemos até onde pode ir o poder da inteligência artificial (será que um dia ficaremos à mercê das máquinas como diziam os filmes?). A verdade é que ela tem muito pontos positivos que ajudam as pessoas a melhor desenvolver seu trabalho. Até o momento, muito do que ainda vemos nessa tecnologia, envolve ou necessita das mãos humanas para que o processo seja concluído.

É fato que máquinas já substituíram funções antes feitas por humanos, em especial nas fábricas de produção em grande escala. Então essa preocupação faz sentido.

Porém, é importante lembrar que quem alimenta os chatbots são as pessoas. Sem uma base de dados de perguntas e respostas, eles simplesmente não funcionam. No caso citado acima, da Microsoft, quem faz o desenho é a pessoa, ela precisa descrevê-lo para o que computador entenda e reproduza.

Até onde ela poderá chegar?

A inteligência artificial ainda é um terreno que parece ser muito pouco explorado. Com o avanço da tecnologia, a tendência é que ela seja cada vez mais utilizada em nosso dia-a-dia (vide comandos de voz, como a SIRI da Apple).

Acho que o destino final de seu caminho está bem longe de onde estamos hoje. Na verdade, a pergunta que fica é se há um limite para o que ela é capaz de fazer.

A gente só espera não ter que enfrentar uma luta contra as máquinas em um futuro (seja ele próximo ou distante).

Moedas Digitais: futuro do mercado financeiro?

Moedas Digitais bitcoins

Fonte: https://www.thesun.co.uk/money/3000715/bitcoin-price-value-pounds-dollars-cryptocurrency/

Você que está sempre conectado, já deve ter ouvido falar, especialmente nos últimos dias, sobre moedas digitais ou criptomoedas. Ou, citando duas das mais conhecidas, bitcoins e ethereum.

Ultimamente, esse assunto tem tomado conta dos noticiários, ainda mais os focados em tecnologia, devido ao superfaturamento de valores dos bitcoins, que chegaram a atingir mais de 10 mil reais cada um.

O mundo tem se dividido muito entre as pessoas que acreditam que o bitcoin, e seus equivalentes, é o futuro quando falamos de moeda e outras pensam que é uma furada, por se tratar de uma bolha financeira. Para quem não sabe, bolha financeira é quando temos muita oferta para pouca procura de um determinado produto. Como ocorreu com os Estados Unidos na época da crise do mercado imobiliário: muitas pessoas compraram casas, visando o lucro quando fossem vender, mas não conseguiram vender devido ao alto preço e baixa procura.

A verdade é que é uma realidade que dificilmente deixará de existir. Pode até ser que não valha tanto como hoje, mas ainda é algo que já está acontecendo e deve permanecer por muito tempo ainda.
Isso porque estamos mencionando apenas uma das já inúmeras moedas digitais que vêm surgindo por aí, o que significa que a tendência pode, sim, ser essa para um futuro talvez não muito distante.

Mas, afinal, o que são as moedas digitais?

As moedas digitais ou criptomoedas nada mais são que, em resumo, um dinheiro criado virtualmente. Você abre uma carteira virtual (que funciona como uma conta bancária), onde “deposita” as moedas que adquirir.

Elas surgiram para serem usadas para jogos online e acabou atingindo outros públicos e ganhando tais proporções e visibilidade.

Você pode comprar essas moedas com dinheiro físico (moedas convencionais que já conhecemos), receber uma transferência de uma carteira de moedas já existentes para a sua ou até pode participar das chamadas minerações, que são as validações das transações feitas, cuja recompensa é revertida em um valor da moeda para a sua carteira virtual.

Há quem diga que moedas virtuais são algo muito especulativo, já que não há uma fonte real de dinheiro em que ela surge. No Brasil, por exemplo, temos a Casa da Moeda que imprimi o dinheiro que deve circular pelo mercado, baseado em vários fatores a quantidade de cédulas aumenta ou não. No caso das moedas digitais, não há uma instituição que as imprimi, ela nem mesmo é real, não se pode pegar um bitcoin, pois ela só existe virtualmente. O que acontece é que ela é criada dentro do mundo virtual, mas acaba gerando um valor monetário para quem a adquiri. Podendo, assim, ser convertida na moeda local a qual a pessoa que possui está acostumada.

Será o futuro do mercado?

A pergunta que não quer calar: estamos vendo a ascensão do futuro do mercado financeiro?! Será que nossos netos só trabalharão com tais moedas digitais, deixando de lado qualquer tipo de cartão de crédito ou dinheiro?

Essa é uma pergunta que atiça e muito a todos no momento. Até onde as moedas digitais farão parte do nosso cotidiano e começarão a entrar como a principal forma de pagamento até no boteco da esquina?! Até onde as pessoas estão preparadas para lidar com esse tipo de dinheiro?

E você, acredita que este seja o futuro do mercado financeiro? Conte pra gente nos comentários.

Youtube Offline? Novidade começa a ser testada no Brasil

 

Fazer streaming de vídeos no celular nem sempre é conveniente, ou mesmo possível. Às vezes você não tem conexão, e quando tem, isso gasta sua franquia de dados. Por isso, é importante oferecer a opção de baixá-los para assistir offline. A Netflix sabe disso, por exemplo — e o YouTube também.

Um botão “Salvar” está aparecendo no app do YouTube para alguns usuários no Brasil. Ao tocar nele, é possível fazer download em qualidade baixa (144p), média (360p) ou alta (720p). Você também fica sabendo quantos megabytes isso vai ocupar no seu smartphone ou tablet.

Então, basta acessar o vídeo na Biblioteca (na parte inferior da interface). Ele fica disponível para uso offline por até 48 horas. Os anúncios, se houver, são reproduzidos normalmente.

O leitor Wanderson de Souza, que obteve o recurso, diz ao Tecnoblog que baixou um vídeo e colocou o aparelho em modo avião para testar — a reprodução ocorreu sem problemas. Ele está na versão 12.45.56 do app para Android; eu também estou, mas o botão “Salvar” não aparece para mim.

Em comunicado, o Google diz: “estamos testando o YouTube Go no Brasil com uma amostra limitada. Ainda não há previsão de lançamento”.

Em 2014, o app do YouTube ganhou um modo offline, mas só na Índia. Em 2016, o Google resolveu criar um novo aplicativo do zero, chamado YouTube Go, também para os indianos: ele avisa quantos megabytes serão consumidos ao baixar, ou apenas assistir, cada vídeo; e permite compartilhá-los com usuários nas proximidades sem gastar internet.

Este ano, o YouTube Go entrou em beta público na Play Store, somente para usuários na Índia. Mas ele deve chegar a mais países em breve, pois faz parte do Android Go, versão do sistema operacional para smartphones básicos.

Outros serviços de streaming já permitem baixar vídeos para assistir offline, incluindo Netflix e Amazon Prime Video.

Caso William Wack – O que podemos aprender com isso?

Caso William Wack o que podemos aprender com isso

Imagem: https://economia.uol.com.br/blogs-e-colunas/coluna/reinaldo-polito/2017/11/10/william-waack-suspeita-racismo-conversa-gravacao.htm

 

Caso William Wack: até onde vai o poder de pulverização das redes sociais?

Se você é uma pessoa conectada às redes sociais, provavelmente ouvir falar sobre o caso Wiliam Waack. Envolvido em uma polêmica de cunho racista, o jornalista teve seu nome muito divulgado e falado nos últimos dias. Polêmicas a parte, o que viemos tratar aqui hoje é mais sobre a repercussão do caso em si.

Após seu comentário repercutir e viralizar nas redes, Waack foi afastado de seu cargo como âncora do Jornal da Globo. Além de trazer para si um afastamento, ele também acabou criando uma campanha positiva, indo de encontro ao seu comentário.

Entenda um pouco do caso

Para quem não acompanhou ou não sabe o que aconteceu, nós explicamos. O fato ocorreu quando Waack cobria as eleições dos Estados Unidos, cerca de um ano atrás. Uma gravação, feita antes do programa em que ele estava ir ao ar, mostra o jornalista falando que o barulho causado por pessoas do lado de fora seria “coisa de preto”.

O vídeo foi viralizado, repercutindo negativamente para o jornalista que, por isso, teve seu afastamento anunciado.

Mas e o que temos com isso?

Tudo! Boa parte da “culpa” dessa repercussão toda, foi pelo tanto que o vídeo e comentários a respeito viralizaram na web. Muitos pedindo a demissão do jornalista, o que acabou no resultado de seu afastamento.

Além disso, várias pessoas se manifestaram na Web criando uma hashtag positiva para divulgar o que é, de fato, “coisa de preto”.

Com isso, temos uma ideia de como as redes podem pulverizar uma notícia e, ao mesmo tempo, conseguir trazer algo positivo. Se a união faz a força, qual seria o tamanho da força de uma rede que liga não só uma cidade ou bairro, mas, sim, vários países e municípios de todo o mundo?

Nomes como Nelson Mandela, Michael Jackson, Machado de Assis, Elza Soares, Viola Davis, entre tantos outros nomes conhecidos, foram citados nessa homenagem que invadiu o Twitter na tarde de quinta-feira (9). A hashtag, inclusive, ficou entre os assuntos mais comentados (Trends Topics) da rede social do Brasil e do mundo.

Ou seja: é preciso ter cuidado!

Hoje em dia, as redes estão cada vez mais presentes no nosso dia-a-dia. É preciso ter muito cuidado com o que se fala, ainda mais quando se é uma figura pública ou empresa.

Afinal, às vezes, uma coisa que poderia ser facilmente evitada pode te prejudicar por toda uma vida.

Pense nisso!

 

Texto por: Tânia Saad | Equipe CADA Comunicação
Contato: tania.saad@cadacomunicacao.com.br

IAB Brasil reúne anunciantes para discutir o combate à fraude na publicidade digital

O Comitê de Combate à Fraude do IAB Brasil – Interactive Advertising Bureau, instituição que atua para estimular a evolução da publicidade digital no país, reuniu cerca de 30 anunciantes para discutir as boas práticas no combate à fraude na publicidade online e contribuir para o crescimento do investimento de forma consciente. A iniciativa integra as ações estratégicas do Comitê para ampliar o conhecimento do mercado sobre a importância da tomada de medidas de prevenção e de combate a esta situação.

Lucas Nicoliello, mídia da Renault do Brasil, destaca a importância de eventos do tipo: “Acredito que o Comitê de Combate à Fraude traz à tona um tema extremamente importante para os profissionais de publicidade. À medida que a tecnologia avança, abrem-se as portas para lobos em pele de cordeiro. A identificação de problemas como este é de suma importância para a otimização dos esforços dedicados ao meio digital, que deve ser tratado como prioridade por toda a indústria de marketing”.

O destaque do encontro foi a apresentação das boas práticas de combate à fraude, realizada por Páris Piedade Neto, presidente do Comitê de Combate à Fraude e diretor de plataformas tecnológicas da central Globo de mídias digitais, e Rafael Araújo, gerente de produto na Tempest Security Intelligence. Eles falaram a respeito dos principais tipos de fraudes, destacando os mais danosos, que são classificados como SIVT (sigla em inglês de “tráfego inválido sofisticado”). Fazem parte deste grupo situações de difícil identificação, como ad stuffing, em que os anúncios são intencionalmente escondidos, empilhados ou encobertos, com a intenção de inflar suas visualizações; e o uso de bots que infectam computadores e tentam simular o comportamento humano, por meio de requisições de anúncios, sem o controle do usuário.

Cris Camargo, diretora executiva do IAB Brasil também aborda a importância das trocas: “O IAB Brasil é um ambiente seguro e um Fórum de discussão que permite a troca de experiências para a indústria de publicidade digital. Anunciantes, agências e publishers encontram em nossos comitês, em especial no de Combate à Fraude, uma excelente fonte de orientação para a realização de campanhas seguras e bem-sucedidas”.

Os principais tipos de fraudes digitais e detalhes de como se proteger delas estão disponíveis no “Guia de Boas Práticas no Combate à Fraude”, elaborado pelo IAB Brasil, disponível para download que pode ser baixado gratuito neste link. Uma versão resumida do guia, em vídeo, pode ser vista neste link.

 

Fonte: Adnews

Quando um novo logo vira motivo de polêmica

As marcas estão sujeitas a polêmicas mesmo quando se trata de temas específicos como o lançamento de um logo. A discussão recente envolve as gigantes Adidas e a Tesla. A marca esportiva, fundada em 1949, é conhecida por suas tradicionais três listras paralelas, um logo registrado oficialmente em 1990. A empresa entrou com uma ação contra a Tesla, afirmando que o logo do novo Model 3, que também usa três listras, poderia causar confusão entre os consumidores.

Adidas afirmou que logo do novo modelo da Tesla (à direita) poderia confundir seus clientes (crédito: reprodução)

A ação, que foi apresentada em 3 de fevereiro pelos advogados da Adidas na América do Norte no Escritório de Marcas e Patentes dos EUA, já fez com que a Tesla voltasse atrás e anunciasse que mudaria o logo. Ao invés das três listras paralelas será um número três. Segundo Elon Musk, fundador da Tesla, o novo logo não será gráfico, mas numérico.
“O desenho das três listras comum às marcas dos solicitantes se parece com as três listras da marca da Adidas, e pode causar abundante confusão, pode induzir a erro, ser fonte de engano na procedência e patrocínio dos bens da marca”, diz a petição da marca alemã.
Essa não é a primeira vez que as empresas se envolvem em confusão por causa dos seus logos. No começo de janeiro, além de ser duramente criticado por parte dos fãs do futebol, o novo escudo da Juventus, time de futebol italiano, gerou até insinuação de plágio.

Tenista Robin Söderling ironizou o novo logo do time italiano Juventus (crédito: reprodução)

O ex-tenista Robin Söderling publicou uma foto do novo símbolo do clube italiano ao lado de logotipo de sua marca de material esportivo, “RS”, ironizando a semelhança entre as artes.
Em 2015, mesmo antes dos Jogos Olímpicos Rio 2016, o Comitê Organizador da Tokyo 2020 foi também acusado de plágio e teve que mudar o logo da competição. Em setembro de 2015, o desenho criado por Kenjiro Sano foi retirado dos documentos oficiais pelo comitê local por se parecer com o design de Olivier Debie para o Teatro de Liege, na Bélgica.

Marca da Olimpíada de Tokyo 2020 foi acusado de plagiar o Teatro de Liége (crédito: reprodução)

No ano seguinte, após um concurso que envolveu mais de 10 mil projetos, o comitê apresentou um novo desenho que foi escolhido pelo público. O desenho vencedor, do artista local Asao Tokolo, de 49 anos, faz referência ao padrão xadrez “ichimatsu moyo”, criado pelos japoneses durante o período Edo, de 1603 a 1867. A marca, na cor azul indigo, expressa a “refinada elegância e sofisticação japonesa”, de acordo com a descrição do projeto no site dos Jogos.

Novo logo escolhido pelo público para os Jogos Tokyo 2020 (crédito: reprodução)

As polêmicas também atingiram as marcas brasileiras. Na comemoração dos 30 anos do Criança Esperança, em 2015, a Rede Globo de Televisão foi alvo de acusações de plágio pelo novo logo do programa. As reclamações vieram do The New Hampshire, que curiosamente é um museu voltado para as crianças e está situado na cidade de Dover, nos Estados Unidos.

Logo apresentado para a comemoração de 30 anos do Criança Esperança (crédito: reprodução)

Na época, a empresa voltou atrás e disse que o programa continuaria com o logotipo original e que aquela apresentada era apenas uma evolução da anterior, que também era colorida. A emissora também disse que as cores utilizadas fazem referência à logo do canal, que tem as cores do arco íris

Fonte: http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2017/02/14/quando-um-novo-logotipo-vira-motivo-de-polemica.html